Atuaremos no incentivo, apoio e mobilização das comunidades e movimentos sociais que já constroem e
indicam alternativas de gerenciamento do lixo urbano, tanto o seco para usinas de
reciclagem por meio das cooperativas das catadoras e dos catadores, como também da
destinação do lixo orgânico para compostagem e
posteriormente para a agricultura urbana.
Retomaremos o projeto de arborizar a cidade com o envolvimento
da comunidade para gestão junto ao poder público de modo a atender as
demandas climáticas e de produção de alimento, bem como a possibilidade de geração de renda para essas pessoas.
Seguiremos na mobilização dos movimentos sociais da
cidade e da região denunciando e impedindo empreendimentos de destruição da nossa vida biológica (doenças e morte dos humanos e da natureza), social e
cultural, como por exemplo, a cava subaquática, a usina
incineradora, transposição do Rio Itapanhaú, intervenções e a não demarcação das terras indígenas. Apesar de nossa cidade não
possuir tantos espaços vazios, buscaremos incentivar projetos de hortas,
especialmente os projetos nas escolas municipais, envolvendo corpo docente,
discente, seus familiares além da comunidade externa.
Ao invés de uma cidade cinza queremos uma cidade verde com muitos
telhados e paredes verdes e coloridas. Terra é fonte de vida,
não de renda. Vai ter Ecossocialista na Câmara!
30 setembro 2020
#OcupaCamara : Pelo Meio Ambiente, como as Marias no Mandato Coletivo vão ocupar a Câmara de Santos?
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