As Marias são como a ativista do ecossocialismo, Luciana Jorge, mãe do Gabriel, pesquisadora de produção do aquecedor solar de baixo custo e pesquisadora do curso sobre cannabis medicinal. Começou sua militância no movimento estudantil na década de 1980 participando do Centro dos Estudantes de Santos (CES) e da União Municipal dos Estudantes de Santos (UMES).
Em 1988 coordenou a campanha Vota 16, em Santos, e mais tarde, na década de 1990, militante do Partido dos Trabalhadores (PT) foi contratada pela Secretaria de Educação para assessorar a organização dos grêmios estudantis. Trabalhou como cobradora de ônibus na Companhia Santista de Transporte Coletivo (CSTC), após a municipalização do transporte público, e participou da oposição sindical dos rodoviários.
Em 1999, por conta do assassinato do irmão enterrado como indigente, foi atendida pelo Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH) e, em 2001, começou a participar e apoiar as ações do movimento.
Filiou-se ao PSOL, em 2010, quando começou a participar do movimento feminista classista antirracista. Tem sua história marcada por lutas e denúncias contra os grandes empreendimentos que destroem o ecossistema local, como a cava subaquática, o navio-bomba, a incineradora e a termoelétrica que coloca em risco a vida nas periferias da Baixada Santista. Participa ativamente da defesa do território indígena na região.

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