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29 setembro 2020

Somos Todes Marias! Somos Cidinha das Marias!!

As Marias são como a jornalista Cidinha Santos, ex-sindicalista, ex-dirigente sindical e assessora do Coletivo Feminista Classista Maria vai com as Outras e diversos movimentos sociais. Também é Promotora Legal Popular (PLP), atuou como voluntária no Fórum da Cidadania de Santos onde, além de assessora de comunicação organizou várias atividades, tais como a semana Viva Zumbi: História de famílias negras, Roda de Conversa Mulheres que fazem Cultura, o Arraial da Resistência e o II Fórum Social Baixada Santista. Já atuava junto aos trabalhadores e trabalhadoras quando foi conselheira, representante dos funcionários do Banespa, na Baixada Santista.

Enquanto sindicalista, participou ativamente do movimento em defesa dos bancos públicos e contra a privatização do Banespa. Coordenou, juntamente com outras mulheres, o debate sobre a Área de Livre Comércio das Américas (ALCA). Participou da Marcha Mundial de Mulheres e foi a representante da Marcha no encontro realizado no II Fórum Social Mundial, em 2002, em Porto Alegre (RS). Fez parte do Movimento de Oposição Bancária (MOB) que, na década de 1980, organizou bancários e bancárias para ajudar a mudar a realidade do sindicato. Participou da criação do primeiro Congresso da Classe Trabalhadora (Conclat) que deu origem à Central Única dos Trabalhadores (CUT).


Fez parte da comissão provisória que criou o Partido dos Trabalhadores (PT) em Guarujá, num grupo formado por cinco mulheres. Participou das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) e da Pastoral da Juventude. Antes de se tornar bancária, prestou concurso público para o Estado onde foi escriturária e secretária de escola pública onde trabalhou por quatro anos. Fez concurso público também para o Banespa  e  acumulou funções com a escola por dois anos, optando em ficar no banco até a aposentadoria.


Trabalhou como auxiliar de costura, ofício aprendido com a mãe, também costureira, e como empregada doméstica. Começou sua vida profissional aos oito anos, como babá. 


Cidinha das Marias complementa: “Para nós, é muito evidente a necessidade da esquerda ocupar espaços e assim aumentar a representação popular, principalmente das mulheres e das pessoas negras da periferia, que cada vez mais são atingidas pelas políticas nocivas dos governos de plantão e que destroem os direitos dos trabalhadores duramente conquistados nas lutas sociais durante séculos”. 




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